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segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

MARCHA PARA SATANÁS VIRA FIASCO NO BRASIL


Organizado por meio das redes sociais e por uma conta falsa no facebook, o evento tinha como foco criticar a interferência da religião no meio político e aparentava estar organizado para acontecer em diversas cidades do Brasil.
Neste sentido diversos nomes em destaque da bancada evangélica no Planalto imediatamente tornaram-se alvos do que poderia ter sido mais um dos constantes protestos ocorridos nas principais cidades brasileiras. De antemão, o pastor e Deputado Marcos Feliciano pronunciou-se a respeito do evento, pedindo ao povo cristão que se manifestasse por meio das suas orações contra o que considerou uma marcha descabida e “que talvez acontecesse”.
Em Cuiabá o fracasso foi total uma vez que o evento sequer teve autorização para ocorrer. Apenas seis pessoas estiveram presentes no local, acompanhadas por oito policiais que acabaram por encaminhar duas garotas à delegacia por consumo de bebida alcoólica.
Já no Rio de Janeiro um grupo maior de pessoas encontrou-se na “Praia do Diabo”, próximo ao Arpoador de onde seguiram para Copacabana.
Em São Paulo, segundo apurou “Palavra e Mensagem” os organizadores do evento esperavam por um número próximo de 5.000 pessoas, dadas as confirmações e intenções de presença nas redes sociais o que, de fato, não se confirmou. No local um pequeno grupo de 150 manifestantes estava presente acompanhado por alguns curiosos e poucos veículos de imprensa.
Em sua defesa, organizadores e participantes afirmaram não haver fundo religioso na manifestação e sim político, haja vista o entendimento de que a interferência religiosa junto à política fere os princípios do estado laico no qual é constituída a base política e social brasileira.
Para justificar o término da manifestação, antes do horário algumas pessoas que se identificaram como organizadores do evento alegaram “riscos à integridade dos participantes” e na continuidade agrediram alguns católicos e evangélicos presentes nas imediações. Estes inclusive chegaram a ser ofendidos com palavrões e palavras de ordem como “Deus é tão covarde que não consegue se defender por si próprio”, “crentelhos fanáticos”, “pragas retrógradas”, etc.
A estudante Carla Moreira da Silva, estudante 18 anos, e moradora na Zona Leste de São Paulo (Tatuapé) chegou à Avenida Paulista por volta das 15 horas. “Quando cheguei aqui não havia nenhum movimento do pessoal da marcha”. Em sua opinião “O evento não deveria acontecer por se tratar de uma ofensa à crença de muitos brasileiros”.
         Até o momento não houve junto à bancada evangélica, composta por mais de 50 deputados e 2 senadores, nenhum pronunciamento relacionado à marcha. Acredita-se que se estes pronunciamentos ocorrerem serão sucintos inclusive para não gerar mais mídia em torno do assunto.

Opinião
A fracassada “Marcha para Satanás” chama a atenção por ocorrer em um momento onde os princípios morais tem passado por reconsiderações bastante evasivas. Em diversos pontos da cidade festas com nudez e sexo em grupo tem sido anunciados de forma bastante libertária, se comparado ao que se estabelecia como ético anos atrás. Um contraponto em relação ao que se compreendia como padrão moral está sendo estabelecido aos poucos junto à sociedade e, de certa forma, sem uma discussão mais apurada.
Mesmo não tendo obtido o sucesso desejado pelos pretensos organizadores o evento deve chamar a atenção de pais, líderes religiosos e educadores para uma maior aproximação da bancada evangélica brasileira no sentido de construir uma frente estruturada dentro dos padrões éticos e morais aceitos pela maior parte da população e que tenha força suficiente para pautar estas condições junto à sociedade.
De fato, estamos em um país laico onde as religiões devem ser respeitadas e não estigmatizadas. Sendo assim, a tentativa de organizar um evento que deprecie a fé de milhões de brasileiros depõe contra a ética social e não o contrário conforme expõem os organizadores.

Estes sinais são um importante indicativo da necessidade de união do povo cristão. É preciso haver uma maior ligação entre as denominações e uma organização capaz de representar esta parcela da população. 

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Cristãos festejam o fim da PLC 122/2006

Jean Wyllys lamenta o fim da PLC 122/2006
Contrariando alguns inverterados gaysistas como Marta Suplicy, Paulo Paim, Chico Alencar e atualmente, um dos maiores contraditores da fé Cristã, o Deputado Jean Wyllys,  o projeto de lei da Câmara 122 de 2006 denominado no senado como PLC 122/2006 e popularmente conhecido como PL 122 está finalmente derrotado. De autoria da até então deputada Iara Bernardi o projeto pretendia criminalizar a homofobia no Pais. Até então nada de tão absurdo, mas com as alterações inclusas pelo senador Paulo Paim, e outros co-autores, a chamada “Lei da Mordaça Gay” passou a assombrar as famílias Cristãs em todo o Brasil.
Numa estratégia bem elaborada o texto apresentado na PL 122 iria gerar prejuízos pesados aos Cristãos e a todas as pessoas cuja consciência, moral e também bons costumes professam a existência da família conforme se entende desde o princípio: Pai, mãe e filhos, esposa e esposo. Se aprovada a PL 122, tornaria crime, disfarçada em torno da palavra “homofobia” todo e qualquer tipo de manifestação em relação aos relacionamentos homossexuais, impedindo pregadores e pastores de expor suas opiniões em relação a este assunto sob pena, inclusive, de prisão.
Graças ao esforço da comunidade cristã, incluindo-se logicamente a bancada evangélica no senado, conseguiu-se aprovar um requerimento de Magno Malta onde os termos  “orientação sexual”, “gênero”, “identidade sexual”, e “identidade de gênero” foram excluídos do novo código penal em todos os parágrafos relativos a preconceito, liberando a voz de qualquer pessoa cuja consciência não compactue com o ativismo em relação a homossexualidade.
O fato gerou comentários nas redes sociais. Silas Malafaia que em conjunto com Marcos Feliciano tornaram-se símbolo na luta contra o projeto, postaram seus comentários em relação ao fim do projeto. Silas, por exemplo, não economizou elogios a todos os envolvidos na luta contra o projeto, agradecendo a bancada evangélica, e o senador Magno Malta. Em sua rede social o pastor Silas Malafaia postou o seguinte texto: PLC 122 acaba de ser enterrado no Senado. A Deus seja a glória. Parabéns aos senadores Renan Calheiros, Magno Malta, Lindberg Farias e outros. Não adianta chorar ou xingar o PLC 122 foi para o ‘espaço’. Nada de privilégios para ninguém. Homo, hetero, religioso ou não, lei é pra todos [...] Vitória do povo de Deus que esta aprendendo a usar os direitos da cidadania.Valeu o bombardeio de emails para os senadores. Ainda tem mais [...] 7 anos de lutas incluindo processos, calúnias, difamação e etc. Vitória da família, bons costumes e da criação pela qual Deus fez o homem. Ainda tem muita coisa que precisamos estar atentos. São mais de 800 projetos no Congresso para destruir os valores cristãos. Não vão nos calar”. Abaixo a transcrição do seu Twitter:

Para a capetada e ímpios que zombam do povo de Deus ahahahahaha hoje é dia de muita kkkkkkkkkkkk povo de Deus vamos kkkkkkk Deus é maiorkkk

Jean Wyllys, no entanto, ainda não se deu por derrotado e afirmou que tentará introduzir mudanças no novo código penal para reintroduzir as propostas retiradas com a PL 122 e com o requerimento de Magno Malta. Jean afirmou que vai permanecer atento ao andamento do projeto do Código Penal, e assim que chegar à Câmara, apresentará uma proposta mais ampla visando opor-se ao que chama de “crimes discriminatórios” .
O apensamento da PL ao projeto do novo Código Penal, foi aprovado sem unanimidade. Paulo Paim foi, logicamente, foi um dos que se posicionaram contra a proposta, tendo inclusive solicitado “votação nominal”, numa clara tentativa de pressionar seus colegas de bancada a votarem contra.  Mesmo assim, a proposta de Eduardo Lopes passou pelo crivo dos outros senadores com apenas 12 votos contrários e 29 favoráveis.

Apesar da vitória estar praticamente consolidada ainda há meios para reverter ou trazer à tona novas formas de “amordaçar” a opinião dos cristãos em relação às suas posições de fé. É preciso estar atento, manter a linha dura em relação aos nossos votos e atuar firmemente junto aos nossos representantes para que os nossos direitos sejam preservados. De momento, uma vitória para a famíliba brasileira que acredita nos preceitos bíblicos e cristãos e se lhe garante o direito de expressar livremente as suas opiniões tal e qual nos permite a nossa constituição.

pr. altamir de souza
Shalom Aleichem, Aleichem Shalom
A paz seja convosco, convosco esteja a paz

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quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Silas Malafaia tenta impedir reeleição de Jean Wyllys


O deputado federal e ativista gay Jean Wyllys estaria preocupado com uma suposta estratégia do pastor Silas Malafaia para impedir sua reeleição no próximo ano.

Como em 2010 Wyllys obteve pouco mais de 13 mil votos e foi eleito apenas pelo coeficiente eleitoral, sendo carregado pela expressiva votação de Chico Alencar, agora sua equipe estaria preocupada com a possível candidatura do pastor assembleiano Jefferson Barros.

De acordo com informações do jornalista Lauro Jardim, da Veja, Wyllys desconfia que a filiação do pastor Barros em abril deste ano seria parte de uma estratégia de Malafaia para tirá-lo da Câmara dos Deputados na próxima legislatura.

Com o apoio dos evangélicos, Jefferson Barros poderia ter votação superior à de Wyllys, e caso Chico Alencar repita seu desempenho nas urnas, o pastor tomaria o lugar do ativista gay e ex-BBB.

Em sua coluna Radar Online, Jardim não publicou nenhuma declaração das pessoas citadas, lembrando apenas que Malafaia e Wyllys já trocaram farpas públicas devido ao polêmico PL 122, em votação no Senado.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

***** OPINIÃO

Jean precisa entender, de uma vez por todas, que os evangélicos possuem representatividade em todas as escalas do poder público brasileiro. Conforme a expressão e o entendimento da maioria dos evangélicos o homossexualismo é uma barreira a ser vencida na vida das pessoas que se encontram nesta condição. Isto, entretanto, não significa que os evangélicos os detestem, apesar de claramente a bíblia abominar tal prática em Levíticos 20:13.

A lei é clara e precisa. Temos todo o direito de expressar as nossas opiniões em relação às situações que constrangem a nossa fé e o nosso modo de compreender a vida em comunidade, portanto, expressar a nossa opinião por intermédio do voto, ou lutar para retirar do “poder dos homens” indivíduos de condenam as nossas práticas de fé é absolutamente lícito.


Pr. Altamir de Souza.

sábado, 9 de novembro de 2013

Transação aprovada! Prostitutas receberão com cartão de crédito em Minas.



        Um acordo entre a (Aspromig) Associação das Prostituas de Minas Gerais e a Caixa deu as “profissionais do sexo” o status de microempreendedoras individuais. O acordo resulta em uma série de outras vantagens para as prostitutas, entre eles, receber pagamentos via cartões de crédito e débito. Com o acordo elas ainda terão direito a salário-maternidade, auxílio-doença e outros benefícios sociais. A Caixa é a primeira instituição financeira a reconhecer prostitutas como profissionais.
Mais uma vez um plano arquitetado pelo diabo para destruir a família brasileira está em andamento. O fato deste sistema de facilitação no pagamento ser implantado em uma cidade tão proeminente como Minas Gerais indica às outras cidades importantes do Brasil a mesma direção. Desta forma não demorará até que todas as cidades importantes no País estejam autorizando prostitutas a receberem com cartão de crédito.
O povo cristão precisa acordar para esta situação e evidenciar a sua posição contrária quanto a esta afronta. Não se pode aceitar a facilitação do adultério. A família precisa ser protegida como fonte de segurança, ensino  e também exemplo para as próximas gerações e este passo é contrário a tudo isto.
Em suas orações peça a Deus para bloquear este duro golpe na família brasileira. Utilize as redes sociais e conscientize seus irmãos em Cristo para se posicionarem nesta situação. Há uma bancada chamada “evangélica” na Câmara e no Senado. Vamos mandar a eles e.mails com a nossa opinião em relação a este assunto e cobrar a resposta.
Lembre-se: Se Deus é por nós, quem será contra nós!