sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Deus pode mudar sua vida agora!


Todo homem ou mulher que frequenta uma igreja, invariavelmente deseja mudar algo em sua vida ou na vida de alguém próximo. Uma infinidade de problemas, situações e sentimentos necessitam do amparo espiritual de Deus para serem resolvidos e/ou tratados, e com isto fazemos uma grande fila de espera na “ante-sala” da Sala do Trono almejosos pelo dia do atendimento. Já parou para pensar nisto? O que você gostaria de mudar em sua vida através de Deus?

(Texto bíblico) - Há um texto em Lucas 13.10-16, bastante conhecido muito esclarecedor,  capaz de ajudar você a compreender melhor esta situação. O texto diz: “Certo sábado Jesus estava ensinando numa das sinagogas, 11 e ali estava uma mulher que tinha um espírito que a mantinha  doente havia dezoito anos. Ela andava encurvada e de forma alguma podia endireitar-se. 12 Ao vê-la, Jesus chamou-a à frente e lhe disse: “Mulher, você está livre da sua doença”. 13 Então lhe impôs as mãos; e imediatamente ela se endireitou, e passou a louvar a Deus. 14 Indignado porque Jesus havia curado no sábado, o dirigente da sinagoga disse ao povo: Há seis dias em que se deve trabalhar. Venham para ser curados nesses dias e não no sábado”. 15 O Senhor lhe respondeu: “Hipócritas! Cada um de vocês não desamarra no sábado o seu ou o seu jumento do estábulo e o leva para dar-lhe água? 16 Então, esta mulher uma filha de Abraão a quem Satanás mantinha presa por dezoito longos anos, não deveria, no dia de sábado, ser libertada daquilo que a prendia? 

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(Desenvolvimento) Ao longo de um ano um Cristão praticante ouve aproximadamente 150 mensagens, considerando-se estudos bíblicos, cultos de oração, reuniões de pequenos grupos, etc. Neste período entramos na igreja levados pelos nossos anseios, às vezes espirituais e às vezes humanos, sem contudo resolvê-los, em uma grande parte destas oportunidades. Hoje muitas pessoas estão exatamente como esta mulher: Há muitos anos dentro da igreja e mesmo assim doentes. O texto diz que “Ela andava encurvada e de modo algum podia endireitar-se”. Em outras palavras a bíblia mostra uma pessoa que “de modo algum” podia resolver os seus problemas, as suas dificuldades, os seus traumas e nisto tudo há algo interessante: “Esta mulher estava na sinagoga”, em outras palavras: Esta mulher estava frequentando uma igreja, buscando a Deus e mesmo assim nada mudava em sua vida.

Talvez, no decorrer de sua vida você já deva ter se perguntado desta forma: “Deus, por que eu ainda continuo errando? Por que eu ainda continuo pecando? Por que eu ainda continuo doente? Por que eu ainda não me livrei destas dificuldades da alma? O texto em Lucas 13.10-16 oferece respostas e soluções para estas perguntas. A resposta: Muitos de nós apesar de achar que somos espirituais ainda não enxergamos sequer o óbvio. Veja a situação desta mulher com um espírito maligno há 18 anos. O fato de uma mulher estar numa sinagoga chama a atenção em virtude das mulheres serem impedidas de frequentá-las, o que leva a entender sua insistência ou quem sabe o seu desespero para buscar a cura.

Você já deve ter visto alguém desesperado. Ela não deveria estar quieta escondida num canto. Certamente estava ali, enfrentando as tradições judaicas para se livrar de algo que a acompanhava, porém nenhum dos “rabinos” da sinagoga foram capazes de notar a sua dificuldade. Entenda estes rabinos da antiguidade como os pastores e demais obreiros da atualidade.

Outra questão importante: A própria mulher: Há 18 anos com uma dificuldade e ainda não havia por si só, encontrado a cura. Muitas pessoas passam por isto até os dias de hoje. Alguns atribuem suas dificuldades espirituais a problemas psicológicos, físicos e nunca espirituais exatamente pelo fato de estarem frequentando a igreja. Grande engano! A igreja é lugar de cura e ali entramos doentes e saímos curados.

E agora? O que fazer para ser curado e mudar de vida? A tal mulher de Lucas 13 também nos ensina alguns passos importantes.


PRIMEIRO – Não espere ficar bom para encontrar Jesus pois Ele mesmo disse: “...Não são os que têm saúde que precisam de médico, mas sim os doentes”.  

SEGUNDO Procure entender a respeito das coisas do Senhor. Quando houve o encontro entre a mulher e o Messias a bíblia diz que “Jesus estava ensinando numa das sinagogas”. Atualmente há uma grande dificuldade quando se fala em ensinamento. Os cultos de louvor, jovens e de celebração em geral são lotados, mas quando se fala em reunião de ensinamento (CTL, EBD, TADEL, etc...) a realidade é outra bem diferente. O texto em Oséias 4.6 é bem claro: “Meu povo foi destruído por falta de conhecimento. ‘Uma vez que vocês rejeitaram  o conhecimento, eu também os rejeito como meus sacerdotes...”. Não só neste como em todos os outros assuntos, a bíblia é capaz de lhe dar grandes entendimentos a respeito das suas dificuldades, quer sejam físicas ou espirituais.

TERCEIRONão tenha medo de se expor.  Ao ver a mulher curvada o Senhor a chamou à frente da sinagoga. Agora aquela mulher teria de passar em meio a todos os presentes, tal e qual estava na sua dificuldade para que todos pudessem vê-la. A timidez e a falta de sinceridade é um dos grandes impedimentos para receber bênçãos espirituais. Muitos não se abrem, não falam e preferem manter-se escondidos nos seus problemas e nos seus pecados, muitas vezes impedindo o agir de Deus e selando uma vida de morte e talvez até condenação sobre si mesmos . Isto é o que aprendemos em Apocalipse 21.8 – Mas os tímidos, os incrédulos, os depravados, os assassinos, os que cometem imoralidade sexual, os que praticam feitiçaria, os idólatras e todos os mentirosos – o lugar deles será no lago de fogo que arde com enxofre. Esta é a segunda morte”. É preciso buscar coragem para ser curado, é preciso ter coragem para declarar suas dificuldades diante de Deus e receber a autoridade, afinal de contas Deus não nos deu espírito de timidez, mas poder, de amor e de equilíbrio – 2ª Timóteo 1.7”.

QUARTO – Ouça a voz de Deus e creia nela. Assim que a mulher veio à frente Jesus disse: “Mulher, você está livre da sua doença”. Então lhe impôs as mãos; e imediatamente ela se endireitou...”.  Note que antes de ser curada Jesus falou com aquela mulher e somente depois Ele colocou as mãos sobre ela e a curou. Em outras palavras “Jesus só agiu depois dela ter ouvido suas palavras”.  Deus está sempre falando conosco, quer seja em sonhos, através da palavra, ou quem sabe até mesmo com a sua própria voz. Ouví-lo e obedecê-lo é uma decisão a ser tomada por você. Faça isto hoje! Feche seus olhos, abra seus ouvidos espirituais e deixe Deus falar aos seus ouvidos. Tal e qual aquela mulher você poderá terminar este tempo de culto e aprendizado (ou esta leitura) curado, restabelecido e louvando a Deus!

pr. altamir de souza
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terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Deus ainda faz milagres?

     Quando lemos e prestamos atenção aos textos bíblicos encontramos uma diversidade de textos no conjunto literário da obra de Deus. São parábolas, metáforas, histórias e genealogias capazes de levar um leitor interessado fazer um grande mergulho neste gigantesco mar de letras. Algo, entretanto chama atenção não só dos cristãos convictos, como também de todas as pessoas cuja sorte já lhe tenha permitido aprender ou ouvir algo a respeito de Deus: Os seus milagres! Cegos que voltaram a enxergar, aleijados que voltaram a andar, doentes que ficaram sãos e até mesmo homens que voltaram à vida. Como se não bastasse, também podemos contemplar água vertendo da rocha, mares gigantescos se abrindo, terremotos e, meu Deus! Um dia em que o Sol parou no meio do céu e por quase um dia inteiro não se pôs.

     Atualmente uma multidão tem corrido aos templos em busca do sonhado milagre. Desde aqueles desesperados por uma cura, até os materialistas, desejosos em mudar o seu status social por meio da intervenção divina, e nesta busca desenfreada pelo lado místico da fé encontramos dois grupos distintos: Um feliz, por ter atingido seus objetivos, e outro desencorajado em Cristo por ter esperado e crido em algo que nunca recebeu. Isto tudo nos leva a pensar: Será que Deus ainda realiza os grandes milagres de ressurreição, cura? Se sim, porque todos os que buscam não os recebem, e se não, qual seria o motivo?

     Há um texto muito interessante na palavra de Deus capaz de nos mostrar algumas realidades referentes a estes questionamentos. O texto em Lucas 16.19-31 diz: “Havia um homem rico que se vestia de púrpura e de linho fino e vivia no luxo todos os dias. 20 Diante do seu portão fora deixado um mendigo chamado Lázaro, coberto de chagas; 21 este ansiava comer o que caía da mesa do rico. Até os cães vinham lamber suas feridas. 22 “Chegou o dia em que o mendigo morreu, e os anjos o levaram para junto de Abraão. O rico também morreu e foi sepultado. 23 No Hades, onde estava sendo atormentado, ele olhou para cima e viu Abraão de longe, com Lázaro ao seu lado. 24 Então, chamou-o ‘Pai Abraão, tem misericórdia de mim e manda que lázaro molhe a ponta do dedo na água e refresque a minha língua, porque estou sofrendo muito neste fogo’. 25 “Mas Abraão respondeu: “Filho, lembre-se de que durante a sua vida você recebeu coisas boas, enquanto que Lázaro recebeu coisas más. Agora, porém, ele está sendo consolado aqui e você está em sofrimento. 26 E além disso, entre vocês e nós há um grande abismo, de forma que os que desejam passar do nosso lado para o seu, ou do seu lado para o nosso não conseguem. 27 Ele respondeu: Então eu te suplico, pai: manda Lázaro ir à casa de meu pai, 28 pois tenho cinco irmãos. Deixa que ele os avise, a fim de que eles não venham também para este lugar de tormento. 29 “Abraão respondeu:Eles têm Moisés e os Profetas; que os ouçam”. 30 “Não, Pai Abraão”, disse ele, ‘mas se alguém dentre os mortos fosse até eles, eles se arrependeriam.’ 31 Abraão respondeu: ‘Se não ouvem a Moisés e aos Profetas, tampouco se deixarão convencer ainda que ressuscite alguém dentre os mortos’”

        Esta é uma dúvida pulsante no coração de muitos cristãos. O evangelista Lucas relata a estória (ou parábola) do “Rico e Lázaro”: Lázaro vai para o céu, o rico vai para o inferno. Não suportando a dor do hades o rico pede a Abraão que permita a lázaro confortar-lhe o sofrimento e ao ter seu pedido negado implora para que permita a Lázaro, mesmo morto, ir até seus 5 irmãos e avisá-los para se livrarem do sofrimento pelo qual estava passando. O rico entendeu que este “milagre” poderia mover a fé dos seus irmãos descrentes. A resposta de Abraão foi: “Se não ouvem a Moisés e aos Profetas, tampouco se deixarão convencer ainda que ressuscite alguém dentre os mortos”.

       
     Seria a princípio de estranhar Abraão – Pai da Fé – negar a realização de um milagre, mas avaliando melhor os porquês desta negativa encontramos a resposta para questões neste sentido: A PRIMEIRA questão está voltada à necessidade destes milagres para confirmar a autoridade de Jesus Cristo e por consequência dos profetas bíblicos. O apóstolo Paulo assim escreve em 2ª Coríntios 12.12 – “As marcas de um apóstolo: Sinais, maravilhas e milagres, foram demonstradas entre vocês com grande perseverança. Estes profetas e apóstolos, necessitaram destas demonstrações por intermédio deles afim de que a sua posição como “representantes de Deus” fosse estabelecida no Reino, conforme lemos em Efésios 2.19-20  - “Portanto, vocês já não são mais estrangeiros nem forasteiros, mas concidadãos dos santos e membros da família de Deus, edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, tendo Jesus Cristo como pedra angular”. A SEGUNDA questão é a prova de que milagres por milagres não geram fé absoluta e irrestrita. Na saída do povo Hebreu do Egito acompanhamos muitos milagres, entre eles “a travessia do Mar Vermelho” e mesmo com sinais tão grandes o povo insistia em desacreditar na terra prometida e até mesmo rebelar-se no meio do caminho. De fato, o povo compreendeu que para todas as dificuldades no deserto haveria uma “solução milagrosa” e como milagres vinham de Deus e não provinham deles não havia a necessidade de uma fé constante, bastando ter fé na hora da necessidade. *Note: Mesmo Jesus Cristo tendo realizado tantos milagres, ainda assim o mataram, mesmo tendo os seus discípulos e outros homens como Estevão, Felipe e o apóstolo Paulo realizado por intermédio do poder de Deus tantos milagres foram em sua maioria mortos com requintes de crueldade em virtude da “falta de fé” das pessoas à sua volta.
  
Como crer em milagres na atualidade
        Deus ainda continua fazendo milagres e dando sinais das suas maravilhas. Não chega a ser incomum ver estes grandes milagres acontecendo em diversos ministérios e lugares do mundo. Ainda como se não bastasse, as confirmações bíblicas em torno das profecias relativas aos últimos dias e à volta de Cristo coadunam-se de forma precisa e quase cirúrgica, revelando-se, desta forma, como um grande milagre. Neste sentido não podemos desqualificar a existência dos grandes milagres na atualidade, porém é necessário abrir os olhos para questões de ordem em relação ao passado bíblico e o presente onde a postura e a necessidade destes acontecimentos têm propósitos absolutamente diferentes.  


     Atualmente o cristão moderno tem o testemunho do maior de todos os milagres exposto, não pro acaso em um dos versículos mais conhecidos da palavra de Deus:  Em João 3.16 está celebremente escrito: “Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo aquele que nele crer não pereça, mas tenha vida eterna”.  Deus nos enviou seu filho para gerar um novo tempo, onde os sinais perderam a sua essência depois que Ele se apresentou como maior de todos os milagres. Hebreus 11.1 onde se lê – “Ora, a fé é a certeza daquilo que esperamos e a prova das coisas que não vemos”, também nos mostra um outro grande milagre exposto por intermédio dos seus exemplos: A fé, e o versículo 2 confirma ao dizer: “Pois foi por meio dela que os antigos receberam bom testemunho. Neste sentido sabemos que a misericórdia do Senhor pode sim ser despejada sobre os seus filhos, mas antes disto Ele nos capacitou por meio de fé e confirmou dizendo: “Eu lhes dei autoridade para pisarem  sobre cobras e escorpiões, e sobre todo o poder do inimigo e nada lhes fará dano (Lc 10.19).

     Conclusão: Hoje nós temos uma menor necessidade de milagres e uma maior necessidade de fé. Quando compreendemos que o maior milagre é a fé no impossível, o impossível acontece e se realiza. Deus através do seu filho Jesus concretizou-se como o maior de todos os milagres. Talvez você não tenha até agora recebido um milagre pelo qual esteja buscando há muito tempo, mas acredite! Jesus Cristo está ao seu lado antes do seu milagre chegar. Ele é o “consumador” da sua fé e por consequência do seu milagre, então creia primeiramente em Jesus como o maior de todos os milagres para poder receber todos os outros “pequenos” milagres pelo qual tem orado e esperado. 

pr. altamir de souza
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sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

A chave da felicidade

A FELICIDADE é um tema bastante diversificado em todas as áreas do relacionamento humano. Cristãos, deístas, agnósticos e ateus possuem formas muito diferentes de conceber a palavra felicidade. De forma generalizada, os dicionários definem felicidade como “um estado durável de plenitude, satisfação e equilíbrio físico e psíquico, em que o sofrimento e a inquietude são transformados em emoções ou sentimentos, que vão desde o contentamento até o júbilo. A felicidade tem, ainda, o significado de bem-estar espiritual ou paz interior”. Traduzindo este significado para os cristãos, podemos definir felicidade como um período prolongado de prazer, paz e tranquilidade, baseado na certeza de uma vida física estável e espiritual de eternidade em contato com a fonte maior de todos os prazeres que é Jesus Cristo. Este é o alvo do Cristão enquanto homem carnal na face da terra: Ser feliz em contrapartida as investidas de satanás. Neste sentido, e baseado nesta definição cristã de felicidade, será que você, leitor de “Palavra e Mensagem”, pode se considerar uma pessoa plenamente feliz? Muito provavelmente a sua resposta tenha sido: Não! A maioria das pessoas, mesmo conhecedoras da palavra de Deus, não conseguem atingir esta plenitude exatamente pela dificuldade de suportar as investidas que o inimigo lança continuamente.
Vamos compartilhar de um texto de 1ª João 1.3-10 e abordar uma das principais questões capazes de bloquear a felicidade plena na sua vida e consequentemente também abordaremos uma chave especial para atingir este objetivo de ser feliz. O texto diz: O texto diz: Proclamamos o que vimos e ouvimos para que vocês também tenham comunhão conosco. Nossa comunhão é com o Pai e com seu Filho Jesus Cristo. 4 Escrevemos estas coisas para que a nossa alegria seja completa. 5 Esta é a mensagem que dele ouvimos e transmitimos a vocês. Deus é luz; nele não há treva alguma. 6 Se afirmarmos que temos comunhão com ele, mas andamos nas trevas, mentimos e não praticamos a verdade. 7 Se, porém, andarmos na luz, como ele está na luz, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado. 8 Se afirmamos que estamos sem pecado, enganamos a nós mesmos, e a verdade não está em nós. 9 Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça. 10 Se afirmarmos que não temos cometido pecado, fazemos de Deus um mentiroso e a sua palavra não está em nós.

Em comum – “nada”, comunhão – “nenhuma”, harmonia – “jamais”
O versículo 4 diz: ‘Escrevemos estas coisas para que a nossa alegria seja completa’ e a sequência (vers. 5) é um alerta: ‘Nele não há treva alguma’.  Em Jesus não há trevas pois nEle não há pecados e sendo assim, podemos compreender a palavra “trevas” como “pecado”. Jesus suportou a todas as tentações e saiu vencedor. Isto fez prevalecer luz sobre a sua vida e gerou separação definitiva entre Ele e o pecado. O apóstolo Paulo deixou isto claro em 2ª. Coríntios 6.13-14“...pois o que tem em comum a justiça e a maldade? Ou que comunhão pode ter a luz com as trevas? 14 Que harmonia entre Cristo e Belial?...”. Em comum – “nada”, comunhão – “nenhuma”, harmonia – “jamais”, mas e quanto a você, humano, terreno e mortal? O versículo 6 responde:Se afirmarmos que temos comunhão com ele, mas andamos nas trevas, mentimos e não praticamos a verdade”. Lembra-se da tradução para trevas? – “pecado”. Pois bem, o pecado é um bloqueio para a plenitude da nossa felicidade. Todos pecamos e ‘Se afirmamos que estamos sem pecado, enganamos a nós mesmos, e a verdade não está em nós(vers. 8)’, e agora chegamos a um momento delicado: Se o pecado é um bloqueio para a felicidade e todos pecamos, como atingiremos a plenitude da nossa felicidade?

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Os pecados guardados a sete chaves
Em 1ª. Coríntios 10.13 lemos: “Não sobreveio a vocês tentação que não fosse comum aos homens. Deus é fiel; Ele não permitirá que vocês sejam tentados além do que podem suportar. Mas, quando forem tentados, ele mesmo providenciará um escape, para que possam suportar”. Deus conhece o coração da humanidade e sabe das nossas tendências em falhar, por isto Ele mesmo nos deixou uma “válvula de escape” muito especial chamada confissão. ‘Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça (vers. 9)’. O ditado cristão diz: “Quem confessa tentação, não confessa pecado!” e este conhecimento popular nos revela dois estágios implícitos nesta válvula de escape para ficarmos livres das “trevas” e ascendermos à luz do Espírito Santo: Primeiro – Confessar tentações, Segundo – Confessar pecados. Em todos os casos o resultado é o mesmo: Se confessamos ‘..andamos na luz, como ele está na luz, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado’ e isto resulta em felicidade, mas se não confessamos deixamos de ter esta felicidade, não por causa de um pecado não confessado, mas de um segredo bem guardado e adivinha com quem? Se você respondeu: “- Com o diabo, acertou em cheio! Preste atenção: NÃO EXISTE PECADO NÃO CONFESSADO, EXISTE PECADO SECRETO GUARDADO A “SETE” CHAVES ENTRE VOCÊ E O DIABO! “Se afirmarmos que não temos cometido pecado, fazemos de Deus um mentiroso e a sua palavra não está em nós”, e quem é o pai da Mentira? Percebeu? Quando não confessamos os nossos pecados fazemos de Deus um mentiroso e isto é tal e qual crucificá-lo de novo. O perdão verdadeiro vem do Senhor e a Ele devemos confessar os nossos pecados pois “se alguém pecar temos um Advogado para com o Pai, fiel e Justo... (1ª João 2.1).

Confessar uns aos outros
 Algumas pessoas acham necessário confessar pecados a outras pessoas mas isto muitas vezes é necessário para gerar esta chave de felicidade. Quando ofendemos alguém, quando pecamos de alguma forma contra alguém Tiago 5.16 diz – “confessem seus pecados uns aos outros e orem uns pelos outros para serem curados. A oração de um justo é poderosa e eficaz”.  Jesus também disse: “...se o teu irmão pecar repreenda-o, se ele se arrepender (confessar), perdoe-lhe. 4 Se pecar contra você sete vezes ao dia, e sete vezes voltar a você e disser: “Estou arrependido, perdoe-lhe  - (Lucas 17.3-4)”. Uma das grandes ciladas utilizadas por satanás e exatamente manter mágoas guardadas no seu coração em relação a pessoas próximas a você. Este sentimento bloqueia a unção do Espírito Santo sobre a sua vida e gera a energia negativa capaz de sucumbir a sua vida espiritual. Uma vez que somos seres físicos e espirituais, o reflexo é imediato: A vida começa a andar para trás muito antes de você poder perceber.
       
Pare, medite, ore e reflita
O texto em Isaias 1.18-19 é tremendo! Ele diz: “Venham, vamos refletir juntos”, diz o Senhor. “Embora seus pecados sejam vermelhos como escarlate, eles se tornarão brancos como a neve; embora sejam rubros como púrpura como lã se tornarão”. Se vocês estiverem dispostos a obedecer, comerão os melhores frutos desta terra”. Há quanto tempo você não dá uma parada para meditar nos seus sentimentos. Muitas pessoas e talvez seja este o seu caso, entendem que um pecado cometido há muito tempo atrás é um pecado sem efeito na sua vida. Um erro grave. Pecados só são esquecidos quando confessados: A Deus se forem contra Deus, e a homens  se forem contra homens. Não adianta fazer o contrário. Se você desejou mal para alguém, é necessário falar com esta pessoa para quebrar as correntes espirituais capazes de gerar impedimentos na sua vida, e se foi contra Deus pela perdão a Ele para que, da mesma forma, as coisas se revertam. Se você estiver “disposto a obedecer”, os melhores frutos desta terra estarão à sua disposição. Não são carros, casas ou viagens, mas sim felicidade, amor, paz e depois disso sim, prosperidade santa em torno de uma vida equilibrada em Cristo Jesus.

pr. altamir de souza
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sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Como assim "onde abundou o pecado superabundou a graça de Deus"?

Atualmente encontramos entre os cristãos pensamentos diversos em torno do pecado. Alguns entendem que o pecado é um fator gerador de “experiência”, outros mais enérgicos acreditam que o resultado do pecado é a morte. Encontramos também alguns cuja opinião é de que o pecado é uma linha divisória entre a vida e até mesmo bênçãos, pois através, dentro desta concepção, através dele adquirir-se-ia uma determinada autoridade em relação ao próprio pecado. Em todos estes casos a Leitura da palavra de Deus é essencial. Qualquer cristão desejoso de possuir direção para a sua vida física, emocional e espiritual, e todo cristão convicto deve ter o hábito de ler a bíblia e o desejo de compreendê-la para adquirir, ao longo do tempo, a autoridade necessária para vencer as imposições do seu dia-a-dia e a compreensão plena da mensagem implícita na palavra de Deus aos naturais. Entretanto, a realidade é um pouco diferente: Nem todos os cristãos preocupam-se em conhecer a Bíblia. Alguns preferem folhear apenas “pescando” textos interessantes para si próprios e utilizando-os de forma absolutamente fora do contexto. Neste sentido uma série de versículos tornaram-se célebres na boca dos cristãos: Filipenses 4.13 – Tudo posso naquele que me fortalece, Deuteronômio  28.13 (sic) – O Senhor te colocará por cabeça e não por cauda, e entre estes há um outro muito utilizado nos últimos tempos: Romanos 5.20b – Mas onde aumentou o pecado, transbordou a graça, ou se preferir na versão mais conhecida ARC* – “mas, onde abundou o pecado superabundou a graça”. Quando lemos este versículo, à primeira vista, temos a impressão de que o apóstolo Paulo está dizendo assim: “Quanto mais pecado mais bênçãos” , outros ainda utilizam esta passagem para justificar o seu pecado como se o fato de cometê-lo resultasse em algum tipo de autoridade. Será? Vamos ver o que o apóstolo Paulo de fato quis dizer.
Uma posição enfática em relação ao pecado na carta aos Romanos, encontra-se no no capítulo 6.23 – O salário do pecado é a morte! Podemos sair de uma situação pecaminosa com uma determinada experiência emocional (adâmica) em torno do fato vivenciado, mas a falta do arrependimento e a insistência não traz graça e sim destruição afinal  Que diremos então? Continuarmos pecando para que a graça aumente?(Rm 6.1)”. Claro que não? Esta falsa ideia de que “Deus conhece a nossa ‘carne fraca’ e sujeita ao pecado” e compactua com ela morreu quando Jesus ressuscitou mostrando ser possível passar pelas tentações sem ser tomado por elas e que, isto sim, é um fator gerador de autoridade e bênçãos. Até a vinda de Jesus Cristo entre nós, o pecado tinha valores: Um rolinha, um pombo, um cordeiro ou até mesmo um boi, eram oferecidos conforme a intensidade do pecado (transgressão, rejeição e abominação). Ao homem era lícito encontrar-se com o sacerdote e livrar-se dos seus pecados por intermédio do derramamento de um sangue inocente.  Após a vinda de Jesus Cristo saímos da experiência emocional-adâmica “onde aumentou (abundou) o pecado” concebido por meio do primeiro Adão, que representa a humanidade com todas as suas falhas, e entramos no padrão neotestamentário, do segundo Adão – Jesus Cristo, onde transbordou (superabundou) a graça por intermédio do derramamento do sangue de Cristo, sujeito aos pecados, mas vencedor em todos eles conforme lemos em 1ª. Coríntios 15.45 – “Assim está escrito: “O primeiro Adão, tornou-se um ser vivente, o último Adão, espírito vivificante”.
Agora pense um pouco e responda:  Nós, os que morremos para o pecado, como podemos continuar vivendo nele? Isto é possível? Vejamos o que diz Romanos 6.12 – Portanto, não permitam que o pecado continue dominando o corpo mortal de vocês, fazendo que obedeçam aos seus desejos. 13 Não ofereçam os membros do corpo de vocês ao pecado, como instrumento de injustiça; antes ofereçam-se a Deus como quem voltou da morte para a vida, e ofereçam aos membros do corpo de vocês a ele, como instrumentos de justiça. A partir do primeiro momento em que estamos em Cristo devemos nos despir e depois nos desviar sempre de toda sorte de imundices e pecados. A partir deste momento o domínio do pecado não pode mais ter autoridade sobre a sua vida. Uma nova forma de vida precisa renascer tal e qual era antes mesmo de você vir ao mundo: Puro! Assim sua alma deve bradar todos os dias: “Eis aqui o meu corpo ‘onde abundou o pecado’, agora superabundando a graça de Deus!”. O único resquício restante deste tempo devem ser as lembranças, tais e quais as cicatrizes que Cristo fez questão de fazer permanecer em seu corpo, eternizando uma experiência vencedora em relação ao seu passado, época dos prejuízos sofridos em torno de uma vida fora dos padrões espirituais exigidos pelo Senhor. Romanos 6.21 diz – “Que fruto colheram então das coisas das quais agora vocês se envergonham? O fim delas é a morte!”. O texto em Romanos 6.6 diz: “Pois sabemos que o nosso velho homem, foi crucificado com ele, para que o corpo do pecado seja destruído e não mais sejamos escravos do pecado”.  O pecado traz uma experiência dolorida onde morremos sem perceber através das nossas transgressões, mas quando nos encontramos com a graça soberana de Deus sobre nós, somos lavados dos nossos pecados e cheios de um padrão celestial de vida de onde fluem bênçãos sem medida sobre você e todos os que estiverem à sua volta.  Não existe autoridade por intermédio do pecado, existe autoridade por ser tentando, resistir e vencer.  

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quarta-feira, 19 de novembro de 2014

OS TRÊS INGREDIENTES DA ARCA


       INTRODUÇÃO AO TEMA: Hebreus 4.12 nos ensina que “A palavra de Deus é sempre viva e eficaz, mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, capaz de penetrar até ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e é sensível para perceber os pensamentos e as intenções do coração”. Ao ler este texto compreendemos a profundidade de um complexo conjunto de códigos, expostos na forma de livros organizados conforme a vontade de um ser dotado de inteligência superior a dos anjos e consequentemente a humana. Esta afirmação, a princípio pode parecer estranha, porém é verídica. O homem natural não consegue compreender a palavra de Deus, o homem natural não pode decifrar as maravilhas compreendidas em torno da mensagem contida nos textos bíblicos. É por este motivo que muitos cristãos ao serem questionados a respeito do seu livro de cabeceira respondem: Um livro de João Guimarães Rosa, ou Carlos Drummond de Andrade, ou quem sabe Cecília Meireles e a lista ainda passa por Érico Veríssimo, Paulo Coelho, entre outros tantos. Isto acontece porque mesmo quando somos cristãos, às vezes somos naturais demais para compreender a bíblia, e preferimos os livros de autoajuda no lugar da “ajuda do alto” que pode-se receber ao ler a palavra de Deus de forma espiritual. A proposta desta pregação (deste estudo) é convidar você a viajar nos textos bíblicos tirando os pés do natural e rumando em direção ao espiritual. Se você for capaz de fazer assim, certamente esta mensagem poderá gerar grandes efeitos na sua vida e no seu ministério. Por favor, abra os seus olhos e os seus ouvidos espirituais. Aproveite também e abra a sua boca de forma espiritual e glorifique o nome do Senhor pois certamente Ele está aqui e deseja ver sair de você a adoração que sustenta o trono da sua glória.

       INTRODUÇÃO AO TEXTO BÍBLICO: Para dar base a este tema: “Os três ingredientes da Arca”, vamos compartilhar de um poderoso texto escrito por autor desconhecido, comumente atribuído ao apóstolo Paulo, porém sem comprovações de fato. A carta aos Hebreus foi escrita para um povo desejoso de abandonar a nova aliança para voltar às práticas religiosas do judaismo ortodoxo centrado nos livros de Moisés. Interessante notar que a carta aos Hebreus foi escrita para pessoas conhecedoras da palavra de Deus o que mostra a facilidade de um povo dotado de conhecimento em torno dos milagres e maravilhas do Senhor mudar de opinião. Vejamos o que diz o capítulo 9 dos versículos 2 até o 4 – “Foi levantado um tabernáculo; na parte da frente, chamada Lugar Santo, estavam o candelabro, a mesa e os pães da Presença. 3 Por trás do segundo véu havia a parte chamada Lugar Santíssimo., (Grego – Santos dos Santos), 4 onde se encontravam o altar de outro para o incenso e a Arca da aliança, totalmente revestida de ouro contendo o Maná, a vara de Arão que floresceu, e as tábuas da aliança.

ORAÇÃO PELA PALAVRA
Glorioso Deus e poderoso Pai de misericórdias. Louvamos ao Eterno pela sua glória e majestade, pedimos ao altíssimo a sua tão especial presença para nos abençoar através da sua santidade e da sua autoridade. Senhor, abra os canais de bênçãos sobre nós e nos permite receber a sua mensagem de forma clara, certeira e individual. Acreditamos no seu nome, e na sua autoridade e te louvamos agora, sempre e pela eternidade, amém!
      
       DESENVOLVIMENTO -  Em um determinado momento o Eterno conversa com Moisés e lhe dá instruções  para a construção de uma Arca. Você vai encontrar isto no livro de Êxodo 25:10-22 e 37:1-9. Dentro dela estariam guardados três elementos de grande significado e tão especiais que foram capazes de atravessar milênios em concordância com as três principais religiões monoteístas conhecidas no mundo: O judaísmo, o islamismo e o cristianismo. Guardadas e protegidas pelos dois anjos querubins, dentro do seu conteúdo estavam o Maná, a vara de Arão que floresceu, e as tábuas da aliança. Por algum tempo estive buscando no Eterno o entendimento sobre estes três ingredientes até que então Ele abriu os meus olhos para poder ministrar sobre este texto.

Para compreender a Arca é preciso
compreender o Tabernáculo
       Logo de início o Senhor me mostrou que não há como compreender a Arca se não compreendermos antes o Tabernáculo que fora construído em volta da própria Arca e também ficava no centro do acampamento dos hebreus. Quando se deu a construção do Tabernáculo o povo estava no deserto em meio a sua viagem para a terra prometida de Canaã. Muitos talvez possam ter pensando na possibilidade deste santuário ter sido construído ainda no Egito, ou quem sabe apenas quando o povo hebreu estivesse em Canaã, porém os propósitos de Deus eram bem diferentes da maior parte do imaginário do seu povo. Neste sentido uma série de simbolismos e indicativos estão presentes deste a construção do Tabernáculo e dos seus utensílios, entre eles a própria Arca.  

O propósito do Tabernáculo
       Um dia Deus olhou para o seu povo no meio do deserto e desejou estar com ele. Moisés foi então chamado à sua presença e recebeu do Senhor uma ordem: Construir para o Eterno uma morada e nos chama a atenção a forma como Deus realiza este pedido. Ao falar com Moisés o Senhor disse: “E farão um santuário para mim, e eu habitarei no meio deles”. Este texto mostra algo profético. Deus desejou habitar no meio do seu povo. Interessante imaginar um ser absolutamente espiritual desejando habitar entre seres absolutamente carnais. O homem é carnal, pecador, por vezes egoísta em relação a sua fé, mas mesmo assim Deus encontra espaço para fazer um “santuário” entre nós, ou “no meio de nós” e co-habitar conosco. Por este motivo o Senhor criou o Tabernáculo! Para que pudesse estar entre nós. O Tabernáculo prefigura a existência de Jesus Cristo entre nós de forma clara e abrangente. Não é nossa intenção detalhar tecnicamente as funções do Tabernáculo, da Arca e seus outros utensílios mas mostrar a você as figuras de linguagem embutidas nestes santuários, e que se bem observadas, podem mudar a sua vida e das pessoas à sua volta.

Vamos observar melhor esta simbologia e aprender com o Senhor o que Ele tem para nos entregar a partir destes fatos

Deus deseja viver conforme você vive
       Quando lemos os textos bíblicos encontramos entre construções e reconstruções grandes templos, o templo Salomão, Zorobabel e Herodes, todos estes construídos em torno de muita pompa, grandes investimentos e muito tempo de trabalho. Mas quando olhamos para o Tabernáculo percebemos algo bem diferente: Deus chama Moisés à sua presença e pede para que Lhe construam um santuário, porém como estavam em viagem, a ordem do Senhor foi para que construíssem uma espécie de tenda, que pudesse ser montada e desmontada conforme a caminhada do seu povo. Isto nos ensina que Deus quer viver o tempo e a situação do seu povo. Se o seu povo morava em tendas, Ele também habitaria em tendas, se o seu povo atravessava o deserto Ele também atravessaria com eles o deserto.

Deus deseja conhecer habitar na sua casa e caminhar ao seu lado conforme a sua capacidade e a sua identidade. Deus deseja estar ao seu lado disponível em todo tempo para ajudar em todos os momentos e te proteger das dificuldades impostas pela caminhada no deserto. Se você esta algum deserto em sua vida, glorifique o nome do Senhor pois o Tabernáculo do Espírito Santo está montado e pronto para receber você, sua família e seus amigos!

Deus se humilhou para estar ao seu lado
       Imagine um ser absolutamente soberano capaz de edificar não só a terra como também todo o universo. Imagine um ser celestial, dotado de todas as mais sublimes capacidades, de uma hora para outra sair da sua casa e vir morar com os seus filhos em um lugar infinitamente menor, mais simples e limitado. Bem, foi exatamente o que fez o Senhor. Quando lemos o texto de Apocalipse 4 podemos dimensionar isto com um pouco mais de precisão. A visão do apóstolo João tomado pelo espírito é a seguinte: “Imediatamente me vi tomado pelo Espírito, e diante de mim estava um trono no céu e nele estava assentado alguém. 3 Aquele que estava assentado era de aspecto semelhante a jaspe e sardônio. Um arco-íris, parecendo esmeralda circundava o trono, 4 ao redor do qual estavam outros vinte e quatro tronos e assentados neles havia vinte e quatro anciãos. Eles estavam vestidos de branco e na cabeça tinham coroas de ouro. 5 Do trono saíam relâmpagos, vozes e trovões. Diante dele estavam acesas sete lâmpadas de fogo que são sete espíritos de Deus. 6 E diante do trono havia algo parecido com um mar de vidro, claro como cristal. No centro, ao redor do trono, havia quatro seres viventes cobertos de olhos, tanto na frente como atrás. 7 O primeiro ser parecia um leão, o segundo parecia um boi, o terceiro tinha rosto de homem, o quatro parecia um águia em voo. 8 Cada um deles tinha seis asas e era cheio de olhos, tanto ao redor como por baixo das asas. Dia e noite repetem sem cessar: “Santo, santo, santo é o Senhor, o Deus todo poderoso, que era, que é e que há de vir”. Agora, por alguns momentos tente imaginar este Deus tão poderoso, habitando em um lugar tão sublime quanto este, descrito pelo apóstolo João dizendo: Moisés! Quero habitar contigo, quero habitar com o meu povo, faz lá uma tenda para mim e eu estarei contigo. Deus então abriu mão de estar na sala do trono, para estar com o seu povo. O texto em Hebreus 4.16 diz – “Assim, aproximemo-nos do trono da graça com toda a confiança, a fim de recebermos a misericórdia e encontrarmos graça que nos ajude no momento da necessidade”, também em Efésios 2.4-5 está escrito – “Todavia, Deus, que é rico em misericórdia, pelo grande amor com que nos amou, 5 deu-nos vida com Cristo quando ainda estávamos mortos em transgressões – pela graça você são salvos.

Deus saiu do mais alto e sublime trono para co-habitar com você e comigo. Deus na sua grandeza humilhou-se em todos os sentidos para estar ao meu lado e ao seu lado. Quão grandioso é este Deus que tem se humilha para engrandecer os seus filhos. Quão grandioso é este Deus que mesmo sendo grande se faz pequeno para dar aos seus filhos a salvação.

Deus escolheu morar com você no deserto
       Quando Deus falou com Moisés o povo estava em meio a um grande deserto. Olhando para trás, o Egito que simbolizava o pecado, a escravidão e todas as outras dificuldades, olhando para frente estava a Canaã que simbolizava a solução dos problemas, uma terra pura de onde emanava leite e mel e onde os seus filhos, poderiam viver felizes e satisfeitos. Em outras palavras, estar em meio ao deserto significava estar em meio ao céu e o inferno.
       Deus construiu a terra para colocar nela seres muito especiais capazes de adorá-lo em todos os momentos. Preparou tudo com muito cuidado para que a sua vida e a minha vida fossem perfeitas e sem necessidades. Infelizmente as coisas não ocorreram conforme o planejado, o homem pecou e com isto veio sobre nós o suor e a dor. Mesmo assim no meio deste sofrimento Deus desejou estar ao nosso lado. Muitas pessoas dizem que vão se converter apenas quando os seus problemas forem solucionados, mas Deus deseja estar com elas no deserto, segurando sua mão e conduzindo-as pelo melhor caminho.

Deus está com escolheu estar com você em meio a essa dificuldade, Deus escolheu estar com você em meio a este deserto, Ele não abandonou sua vida, Ele não abandonou sua família. Se você está no deserto, você está com Jesus, se você está no deserto você está nas mãos de Deus. Salmo 107-35 – (Ele) Transforma o deserto em açudes e a terra ressecada em fontes. 36 Ali ele assenta os famintos para fundarem uma cidade habitável.

Sua viagem não termina no deserto!
       O Tabernáculo era montado diretamente sobre a areia. Nenhum tipo assoalho ou piso era colocado sobre ela. Então quando se entrava no Tabernáculo, mesmo estando em lugar santo, continuava-se com os pés na areia. Isto nos traz revelações grandiosas da parte de Deus. PRIMEIRO – Deus queria mostrar que a sua viagem não terminou. Quando se entrava no pátio ou no Santo dos Santos não havia separação entre a areia, que representava o deserto e o poder de Deus. Assim, com os pés na areia, os hebreus lembravam-se que ainda estavam viajando pelo deserto, atravessando as tempestades de areia, enfrentando as cobras e os escorpiões. De fato a sua viagem não terminou.

Talvez você esteja pensando que o deserto é o seu lugar. Mas não é! Deus está aqui para lembrar você de que esta viagem tem um ponto final chamado Canaã, céu, paraíso ou vida eterna, conforme você queira chamar.Você pode estar na igreja (Tabernáculo) mas mesmo assim seus pés estão na areia, ou seja, o deserto ainda toca na sua vida, mas Deus está com você, todo o tempo, trazendo paz e santidade, dando força par que você enfrente as dificuldades e saia vencedor no final de tudo. Definitivamente a viagem não terminou.

A simbologia da Arca e os seus ingredientes
       O título desta pregação (deste estudo) é “Os três ingredientes da Arca”. De fato é impossível compreender estes ingredientes sem antes compreender o que falamos até agora. Se você foi capaz de receber e entender tudo o que falamos também vai ser capaz de receber a mensagem proposta pelo Eterno através destes três itens dispostos dentro da Arca do Senhor. Só quem compreende o Tabernáculo, pode compreender a Arca e também os seus segredos.
       Não vamos abordar todos os elementos constantes do Tabernáculo. Isto será tema para outra pregação (outro estudo) mas daremos uma rápida passada pelo Tabernáculo para compreender a posição da Arca. Ao adentrar neste lugar santo, bem próximo ao portão, via-se a princípio o “Altar de Bronze”, o lugar onde eram oferecidos os animais em sacrifício, ali representava-se a obra redentora de Jesus Cristo que estava por vir, através do derramamento de sangue de um animal inocente em torno do pecado do povo escolhido de Deus. Logo depois, entre o Altar de Bronze e o Tabernáculo encontrava-se a “Pia de Bronze” que era utilizada pelos sacerdotes para lavarem as mãos antes de iniciarem os procedimentos para entrar no Santo dos Santos, e olhando mais atentamente, também era possível ver o Lugar Santo onde estavam a Mesa dos Pães da Proposição e o Menorá – O candelabro de ouro. Também estava à disposição dos olhos de quem entrasse no Tabernáculo o Altar de Incenso e o Véu que separava o Lugar Santo do Santo dos Santos, e era bem atrás deste véu, onde só o sacerdote poderia entrar, e com bastante cautela, onde ficava a Kavod ou “Arca da Aliança” que em hebraico significa “substância pesada”. A Arca simbolizava a presença forte de Deus em meio ao seu povo e como Deus vem antes de todas as coisas esta fora construída antes do próprio Tabernáculo. Tratava-se de um objeto retangular com 1.14 metros por 68,58 cmts de largura construída com madeira de acácia e rodeada de ouro por dentro e por fora. Ela possuía uma borda de ouro em toda a sua volta, e 4 anéis de ouro por onde passavam-se dois bastões de madeira, cobertos do mais puro ouro, para que se pudesse carregá-la. Para finalizar este objeto maravilhoso havia  uma tampa, o Propiciário, feito de ouro puro sendo que em cada uma das suas extremidades estavam dois querubins de ouro, um virado para o outro  e cujas asas se tocavam.
       Em toda esta descrição encontramos as mais claras descrições do Cristo que haveria de vir sobre a terra para curar os nossos pecados e dar liberdade aos cativos. A Acácia representava o ministério de Cristo por ser uma madeira dura e comum no deserto do Sinai. O ouro que cobria a acácia representava a pureza e a santidade e a glória do Senhor. A mistura entre o ouro e a acácia simbolizavam a mistura entre o natural e o sobrenatural. Naquela época o ouro era considerado um metal precioso e santo. De certa forma a acácia revestida pelo ouro representava o próprio Deus que se fazendo homem (madeira) se revestiu de pureza (ouro) para tirar o pecado do mundo. Uma outra mensagem esta ali estampada no simples olhar para a Arca: O brilho do ouro sobre a madeira estava o tempo todo dizendo: Assim como Deus fez brilhar a madeira da acácia, também faz brilhar todos aqueles que buscarem a sua presença.

Dentro da Arca
      Como sabemos nem tudo da parte de Deus pode ser explicado dada a sua magnitude e a sua santidade. De alguma forma, Deus estabeleceu três elementos especiais para serem cuidadosamente guardados dentro da Arca: As tábuas da Lei, o bordão de Arão, e o maná. A princípio não encontramos uma ligação para estes três elementos, entretanto analisando um pouco mais profundamente poderemos compreender grandes revelações de Deus para todos os cristãos através deste simbolismo.

Três elementos, três compromissos, três promessas
       De forma clara e muito concisa, o Soberano Deus nos mostra três elementos, firma três compromissos e gera três promessas sobre a vida de todos aqueles que crerem no seu nome e faz cumprir o que lemos em 1ª. Coríntios 15:54 onde está escrito – “Quando porém, o que é corruptível se revestir de incorruptibilidade e o que mortal de imortalidade, então se cumprirá a palavra que está escrita: “A morte foi destruída pela vitória”. Este então era o contexto destes três elementos da Arca. Através de algo físico, Deus estabelecera uma linha de compromisso com o seu povo, que ao longo do tempo se revelou numa promessa em torno do Cristo que haveria de vir.

Só os santos poderiam tocar na Arca
      Naquele tempo somente os sacerdotes tinham autoridade para tocar na Arca. Um homem comum que tocasse na Arca do Senhor de fato morreria. Em 2ª. Samuel 6.1-7 encontramos a história de Uzá, um levita que ao tocar na Arca do Senhor morreu por tocá-la indevidamente. Deus exigia santidade para poder tocar na Arca. Neste sentido somente os sacerdotes poderiam entrar no Santo dos Santos e apresentar suas orações em nome do povo. Mesmo assim, se um desses sacerdotes entrasse no lugar com pecados escondidos seriam mortos.

Busque a santidade! Você vai tocar na Arca do Senhor e vai ter acesso as bênçãos da santidade. Abra o seu coração, clame pela santidade em sua vida. Promessas valiosas serão cumpridas sobre o altar do Senhor e chegarão até você e até a sua família.

Quem toca na Arca tem direito as tábuas da Lei
       Escritas em tábuas de pedra maciça e pelo dedo de Deus, essas tábuas continham os 10 mandamentos estabelecidos pelo Senhor para o seu povo. Conforme lemos no livro de Êxodo 31.18 Deus escreveu com a própria mão estes mandamentos: “Quando o Senhor terminou de falar com Moisés no monte Sinai, deu-lhe as duas tábuas da aliança, tábuas de pedra, escritas pelo dedo de Deus”. Aqui aprendemos algo interessante. Deus poderia ter expressado estas leis de diversas outras formas, porém a escolha foram tábuas de pedra. Se você puder aguçar sua imaginação por alguns momentos poderá ver a mão brilhante de Deus e um dedo afogueado rompendo os limites da pedra e formando as letras que compunham os 10 mandamentos. O que temos aqui?

      PRIMEIRO: Um ser espiritual agindo diretamente sobre uma estrutura física e deixando suas marcas gravadas para sempre. Este é o propósito de Deus! O espiritual deve tocar o carnal e marcá-lo para sempre. Você é a rocha, a pedra marcada por Jesus de forma definitiva e não há como voltar atrás. Jesus já marcou a sua vida para sempre. 1ª. Pedro 2.6 diz – “Eis que ponho em Sião uma pedra angular, escolhida e preciosa, e aquele que nela confia jamais será envergonhado”.

Obedeça aos mandamentos do Senhor e jamais você será envergonhado, você é a rocha marcada pelo dedo de Deus e nada poderá apagar esta marca. Marca de obediência, para de santidade, marca de amor, e marca de vitória!

       SEGUNDO – Definitivamente a pedra representa a humanidade. Deus utilizou duas pedras representando homem e mulher. E esta pedras que representam a humanidade só ficaram marcadas e se tornaram conhecidas através dos milênios porque Deus “tocou” na pedra. Tocar na pedra significa ter contato com a pedra. Deus deseja manter contato com a humanidade. Deus quer estar o tempo todo em contato com você, com sua família e com as situações que envolvem o seu dia a dia. O contato é íntimo. Quando Deus toca a pedra ele gera um sulco profundo na sua base. Não apenas um toque simples que não deixa marcas, mas um toque profundo capaz de marcá-las para sempre. Este é o toque que o Senhor deseja dar em sua vida. Um toque profundo, íntimo e inigualável. Sim! Inigualável pois o que foi escrito em uma das pedras não era diferente do que estava escrito na outra.

Em outras palavras a forma como Deus toca a sua vida é diferente da forma como toca a vida do seu irmão, até mesmo dos seus filhos, do seu marido ou da sua esposa. Deus tem um toque diferente, íntimo e inigualável para cada um de nós.

Quem toca na Arca recebe o bordão de Arão
Pensamos, oramos para receber de Deus uma resposta sobre este bordão. Por que estaria ele dentro da Arca da aliança? Qual o seu significado? Depois de um tempo de pesquisa e oração o Senhor me deu algumas respostas.

       Para compreender a existência do bordão de Arão dentro da Arca da aliança é preciso compreender um pouco da sua história. A palavra de Deus diz no livro de Números 17.8 o seguinte – “No dia seguinte Moisés entrou na tenda e viu que a vara de Arão, que representava a tribo de Levi, tinha brotado, produzindo botões e flores, além de amêndoas maduras”. Em uma determinada época houve contenda entre o povo de Deus, Arão e Moisés a respeito de quem poderia liderar espiritualmente o povo. Os homens não queriam concordar com aquela postura na qual somente a tribo de Levi e por consequência, Arão, pudessem liderar o povo. Entendiam que aquela teria sido uma escolha feita por homens, neste caso o próprio Moisés e o próprio Arão. O desejo do povo era liderar da mesma forma como faziam estes dois homens. Como forma de resolver resta questão Deus ordenou as 12 tribos que comparecessem à frente da Tenda do Encontro e ali comparecessem com seus bordões diante do Senhor. Conforme a instrução do Senhor uma das varas iria florescer e esta então indicaria o seu líder espiritual escolhido. Um dia depois, Moisés vai de encontro aos bordões enterrados e percebe que o bordão de Arão havia florescido. Desta forma a tribo de Levi a qual pertencia Arão estava sendo confirmada como a tribo encarregada dos afazeres e da representação espiritual do Senhor. Um fato curioso, entretanto, chamou a atenção de todos. O bordão de Arão não só floresceu como também brotaram nele gomos de amendoeira maduros. Vamos compreender este mistério em torno do bordão de Arão.
       Deus chamou Moisés para conduzir o seu povo mas levantou Arão como sacerdote. Algumas pessoas tem a falsa impressão de que Moisés não tinha capacidade de conduzir o seu povo, mas este não era o caso. Moisés era um homem altamente preparado, conhecedor de artes marciais, filosofia, política e geografia. A única dificuldade de Moisés era falar a língua do povo hebreu, basicamente uma mistura de hebraico original com algumas interferências do aramaico. Moisés entretanto foi criado desde criança ouvindo a língua dos egípcios o que lhe fazia falar com o seu povo como um homem inglês tentando falar o português brasileiro. Isto gerava uma cera dificuldade na comunicação e atrapalhava a interação entre Moisés e o seu povo. Foi por este motivo que Moisés se declarou “pesado” no falar quando conversava com Deus a respeito das suas limitações. Foi neste momento que o Senhor levantou Arão, um homem com menor conhecimento, mas capaz de falar a língua do seu povo. Isto nos ensina que Deus não está a procura de doutores em teologia e outras ciências, mas de pessoas capazes de conduzir o seu povo falando a sua língua e compreendendo as suas necessidades. Claro que conforme diz o apóstolo Paulo, “aquele que tem o dom de ensinar,  ensine...”, então os dotados de conhecimento são muito bem vindos, porém Deus não levanta sacerdotes conforme o conhecimento e sim conforme a sua capacidade de interagir com o povo escolhido.

Deus não está preocupado com diploma, Deus está preocupado com santidade e vontade. Busque a presença de Deus em sua vida e Ele vai capacitá-lo em áreas tremendas do seu ministério.

A obediência gera frutos
       Quando os outros representantes das outras tribos olharam para o bordão de Arão, ali estavam não só flores como também amendoeiras maduras. Uma mensagem muito clara estava sendo plantada no coração daqueles homens: Deus não dá apenas autoridade para seus escolhidos, Ele também faz com que os seus escolhidos gerem frutos e prosperem através da sua liderança. Liderar por liderar é uma habilidade concedida a muitas pessoas cristãs e não cristãs, mas gerar frutos em torno da sua liderança é um dom concedido por Deus a poucos escolhidos. Isto é o que aprendemos  em Eclesiastes 5 a partir do versículo 19 onde lemos: “E quando deus concede riquezas e bens a alguém e o capacita a desfrutá-los, a aceitar sua sorte e a ser feliz em seu trabalho, isso é um presente de Deus”. Em contrapartida Eclesiastes 6.2 mostra que há alguns pode ser possível possuir bens porém não há possibilidade de desfrutar a plenitude destes bens. Veja: “Deus dá riquezas, bens e honra  ao homem, de modo que não lhe falta nada que os seus olhos desejam; mas Deus não lhe permite desfrutar tais coisas, e outro as desfruta em seu lugar. Isso não faz sentido; é um mal terrível”. O princípio estabelecido por Deus ao permitir que o bordão de Arão florescesse  indicava a prosperidade do seu mandato e da sua vida perpetuado desde Arão até Caifas e logo após, com o derramamento do Espírito Santo sobre todos os povos, por intermédio de uma unção espiritual que faz a geração dos servos do Senhor atingir a todos aqueles capazes de aceitar a Jesus como seu salvador – “Noutras palavras, não são os filhos naturais que são filhos de Deus, mas os filhos da promessa é que são considerados descendência de Abraão”.  

Você faz parte de uma geração eleita para a vitória em Cristo Jesus. Deus lhe deu autoridade para liderar e gerar frutos (prosperar) em todas as áreas da sua vida.

Quem toca na arca recebe o Maná
      
No livro de Êxodo16-15 lemos: “Quando os israelitas viram aquilo, começaram a perguntar uns aos outros: ‘Que é isso?’, pois não sabiam do que se tratava. Quando os hebreus encontraram o Maná pela primeira vez não sabiam do que se tratava e naturalmente questionaram, em hebraico: Man-hû (O que é isto), o que posteriormente foi traduzido por Maná simbolizando o “pão dos céus”  (Ex. 16.4) que desceria para saciar a fome do seu povo. O Maná no deserto simboliza o “Pão vivo que desceria dos Céus” para livrar o seu povo da morte. Isto nos diz algo tremendo! Quem recebe autoridade para tocar na arca recebe o “Pão Vivo” sempre que está no deserto. Deus jamais deixará um filho desamparado. Deus tem propósitos de provisão abundante para a sua vida exatamente quando está no deserto. O Maná caia como “chuva” sobre o deserto e a chuva denota abundância.

Jesus Cristo, o pão vivo que desceu dos céus vai derramar bênçãos sem medida sobre a sua vida mesmo que você esteja no deserto. Creia nisto e receba o provisão abundante do Senhor.

Creia e receba os três ingredientes da Arca
       A palavra revelada de Deus é fiel e justa para gerar todos os efeitos necessários para a sua salvação e para a solução das suas dificuldades. Abra o seu coração para Deus, ore verdadeiramente e receba autoridade e misericórdia através destes três ingredientes especiais escondidos na arca: O coração de Deus.

Mensagem pregada dia 26 de outubro de 2014 no ministério Imueg - Igreja Missionária Unida de Engenheiro Goulart - SP

pr. altamir de souza
Na Visão de Multidões!
Shalom Aleichem, Aleichem Shalom
A paz seja convosco, convosco esteja a paz

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