Mostrando postagens com marcador felicidade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador felicidade. Mostrar todas as postagens

domingo, 16 de fevereiro de 2020

POR QUE A BÍBLIA ESCREVE OXALÁ

A palavra “oxalá” é o que a língua portuguesa define como interjeição. Trata-se de uma expressão utilizada para demonstrar sentimentos e emoções de maneiras diversas aparecendo, em geral, acompanhadas de um ponto de exclamação ou interrogação, sendo este último mais raro de ocorrer.

A sua utilização ocorre tanto no início como no final das frases, podendo ser composta de uma palavra ou ainda aparecer no formato de locução interjetiva quando, neste caso, será composta de duas palavras. 

Dada a maleabilidade da língua portuguesa, capaz de oferecer ampla exegese, a interjeição aplica-se com especificidade nos mais diversos momentos frasais, como nos exemplos a seguir.

Alegria: Ah! Oba! Aleluia!
Aprovação: Bravo! Bis! Viva!
Desaprovação: Credo! Sim! Pois não! Tá

Na esfera religiosa encontra-se uma figura de interjeição cuja prática e utilização por vezes gera espanto entre os leitores. Trata-se exatamente da grafia “Oxalá”, cuja etimologia encontra origem na língua árabe, com forte influência na língua portuguesa e tem o significado de: “Se Deus quiser”.

Neste sentido, observando-se a etimologia (in xã llãh) de origem árabe não se encontram dificuldades quanto a significância ou a aplicação da palavra. 

Oxalá como termo religioso
 

Como se sabe, no Brasil, é possível ter palavras com a mesma pronúncia, porém, com significados diferentes, o que no caso em questão denomina-se como “palavra homônima”, ou seja, possuindo a mesma grafia, porém com significados diferentes.

É neste condão onde, por vezes, surgem os desentendimentos quanto a utilização da palavra oxalá, isto porque ela também é utilizada como substantivo masculino, representando para a umbanda uma divindade superior entre os orixás (Orixa-n-la).

Apesar da pronúncia e da grafia, apresentar-se de forma idêntica (homônima), é certo que a sua aplicação ocorre de formas dispares, não representando nenhuma ligação entre um e outro, estando inclusive, separados diante da semântica e da morfologia linguística portuguesa. 

Oxalá na bíblia 

A bíblia, como se sabe, é um conjunto de livros, escrito ao longo de dois mil anos e por aproximadamente quarenta pessoas. Neste sentido, ao longo destes milênios, a sua construção exegética passou por diversas adaptações aos fatores históricos e sociais relativos ao momento em que estava sendo escrita.

Neste sentido a grafia oxalá, pode não ser necessariamente uma transliteração original nos termos aramaicos, hebraicos e gregos, mas sim a aplicação de uma hermenêutica transliterada ao fim social no qual se pretendia amoldar o entendimento para um público distinto em uma época ou região.

Neste caso em específico a interjeição oxalá aparece como uma adaptação exegética utilizada pelos portugueses, dada a forte influência árabe na sua colonização. Outrossim, as traduções em português datam do século 17, exata época em que a palavra era muito utilizada em Portugal.

A popularização das religiões afro-brasileiras, fez com que a utilização do homônimo oxalá, fosse gradativamente retirado das traduções, com o intuito de evitar comparações, de modo que ao longo do tempo a palavra, citada 29 vezes nos textos bíblicos, foi sendo gradativamente transmutada para outras interjeições, conforme se observa a seguir.

Observe-se que a bíblia de referência Thompsom aparece em Jeremias 9.1-2 – Oxalá minha cabeça se tornasse em um manancial de águas, e os meus olhos em uma fonte de lágrimas! Então choraria de dia e de noite os mortos da filha do meu povo. Oxalá tivesse no deserto uma estalagem de caminhantes! Então deixaria o meu povo e me apartaria dele porque todos são adúlteros e um bando de infiéis. 

Já a versão da Bíblia Revista e Atualizada da Sociedade Bíblica do Brasil escreve da seguinte forma o mesmo texto em Jeremias: Prouvera a Deus a minha cabeça se tornasse em águas, e os meus olhos, em fonte de lágrimas! Então choraria de dia e de noite os mortos da filha do meu povo. Prouvera a Deus eu tivesse no deserto uma estalagem de caminhantes! Entãom deixaria o meu povo e me apartaria dele, porque todos eles são adúlteros, são um bando de traidores.

Ainda em outra tradução, A Bíblia Fiel e também a de Estudo da Mulher, descreve o texto da seguinte forma: Oh! se a minha cabeça se tornasse em águas, e os meus olhos numa fonte de lágrimas! Então choraria de dia e de noite os mortos da filha do meu povo. Oh! se tivesse no deserto uma estalagem de caminhantes! Então deixaria o meu povo, e me apartaria dele, porque todos eles são adúlteros, um bando de aleivosos.

Por fim, não existem riscos na utilização da interjeição nos textos bíblicos, entretanto, por um cuidado maior entre tradutores, tem-se evitado a sua aplicação, o que, de certa forma, desenvolveu a cultura de não se aplica-la em textos ou terminologias bíblicas.

Altamir de Souza
Na visão de multidões 

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Decodificando o Pai Nosso

Uma palavra profética em torno de um dos textos mais conhecidos da Palavra de Deus!

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

A chave da felicidade

A FELICIDADE é um tema bastante diversificado em todas as áreas do relacionamento humano. Cristãos, deístas, agnósticos e ateus possuem formas muito diferentes de conceber a palavra felicidade. De forma generalizada, os dicionários definem felicidade como “um estado durável de plenitude, satisfação e equilíbrio físico e psíquico, em que o sofrimento e a inquietude são transformados em emoções ou sentimentos, que vão desde o contentamento até o júbilo. A felicidade tem, ainda, o significado de bem-estar espiritual ou paz interior”. Traduzindo este significado para os cristãos, podemos definir felicidade como um período prolongado de prazer, paz e tranquilidade, baseado na certeza de uma vida física estável e espiritual de eternidade em contato com a fonte maior de todos os prazeres que é Jesus Cristo. Este é o alvo do Cristão enquanto homem carnal na face da terra: Ser feliz em contrapartida as investidas de satanás. Neste sentido, e baseado nesta definição cristã de felicidade, será que você, leitor de “Palavra e Mensagem”, pode se considerar uma pessoa plenamente feliz? Muito provavelmente a sua resposta tenha sido: Não! A maioria das pessoas, mesmo conhecedoras da palavra de Deus, não conseguem atingir esta plenitude exatamente pela dificuldade de suportar as investidas que o inimigo lança continuamente.
Vamos compartilhar de um texto de 1ª João 1.3-10 e abordar uma das principais questões capazes de bloquear a felicidade plena na sua vida e consequentemente também abordaremos uma chave especial para atingir este objetivo de ser feliz. O texto diz: O texto diz: “Proclamamos o que vimos e ouvimos para que vocês também tenham comunhão conosco. Nossa comunhão é com o Pai e com seu Filho Jesus Cristo. 4 Escrevemos estas coisas para que a nossa alegria seja completa. 5 Esta é a mensagem que dele ouvimos e transmitimos a vocês. Deus é luz; nele não há treva alguma. 6 Se afirmarmos que temos comunhão com ele, mas andamos nas trevas, mentimos e não praticamos a verdade. 7 Se, porém, andarmos na luz, como ele está na luz, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado. 8 Se afirmamos que estamos sem pecado, enganamos a nós mesmos, e a verdade não está em nós. 9 Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça. 10 Se afirmarmos que não temos cometido pecado, fazemos de Deus um mentiroso e a sua palavra não está em nós.

Em comum – “nada”, comunhão – “nenhuma”, harmonia – “jamais”
O versículo 4 diz: ‘Escrevemos estas coisas para que a nossa alegria seja completa’ e a sequência (vers. 5) é um alerta: ‘Nele não há treva alguma’.  Em Jesus não há trevas pois nEle não há pecados e sendo assim, podemos compreender a palavra “trevas” como “pecado”. Jesus suportou a todas as tentações e saiu vencedor. Isto fez prevalecer luz sobre a sua vida e gerou separação definitiva entre Ele e o pecado. O apóstolo Paulo deixou isto claro em 2ª. Coríntios 6.13-14 – “...pois o que tem em comum a justiça e a maldade? Ou que comunhão pode ter a luz com as trevas? 14 Que harmonia entre Cristo e Belial?...”. Em comum – “nada”, comunhão – “nenhuma”, harmonia – “jamais”, mas e quanto a você, humano, terreno e mortal? O versículo 6 responde: “Se afirmarmos que temos comunhão com ele, mas andamos nas trevas, mentimos e não praticamos a verdade”. Lembra-se da tradução para trevas? – “pecado”. Pois bem, o pecado é um bloqueio para a plenitude da nossa felicidade. Todos pecamos e ‘Se afirmamos que estamos sem pecado, enganamos a nós mesmos, e a verdade não está em nós(vers. 8)’, e agora chegamos a um momento delicado: Se o pecado é um bloqueio para a felicidade e todos pecamos, como atingiremos a plenitude da nossa felicidade?

AJUDE-NOS A DIVULGAR ESTE BLOG
SE ESTA MENSAGEM ESTÁ EDIFICANDO SUA VIDA CLIQUE NO G+1 DO GOOGLE
ASSIM ESTA MENSAGEM CHEGARÁ A MAIS PESSOAS

CLICANDO NOS ANÚNCIOS VOCÊ 
TAMBÉM AJUDA A MANTER ESTE BLOG

Os pecados guardados a sete chaves
Em 1ª. Coríntios 10.13 lemos: “Não sobreveio a vocês tentação que não fosse comum aos homens. Deus é fiel; Ele não permitirá que vocês sejam tentados além do que podem suportar. Mas, quando forem tentados, ele mesmo providenciará um escape, para que possam suportar”. Deus conhece o coração da humanidade e sabe das nossas tendências em falhar, por isto Ele mesmo nos deixou uma “válvula de escape” muito especial chamada confissão. ‘Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça (vers. 9)’. O ditado cristão diz: “Quem confessa tentação, não confessa pecado!” e este conhecimento popular nos revela dois estágios implícitos nesta válvula de escape para ficarmos livres das “trevas” e ascendermos à luz do Espírito Santo: Primeiro – Confessar tentações, Segundo – Confessar pecados. Em todos os casos o resultado é o mesmo: Se confessamos ‘..andamos na luz, como ele está na luz, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado’ e isto resulta em felicidade, mas se não confessamos deixamos de ter esta felicidade, não por causa de um pecado não confessado, mas de um segredo bem guardado e adivinha com quem? Se você respondeu: “- Com o diabo, acertou em cheio! Preste atenção: NÃO EXISTE PECADO NÃO CONFESSADO, EXISTE PECADO SECRETO GUARDADO A “SETE” CHAVES ENTRE VOCÊ E O DIABO! “Se afirmarmos que não temos cometido pecado, fazemos de Deus um mentiroso e a sua palavra não está em nós”, e quem é o pai da Mentira? Percebeu? Quando não confessamos os nossos pecados fazemos de Deus um mentiroso e isto é tal e qual crucificá-lo de novo. O perdão verdadeiro vem do Senhor e a Ele devemos confessar os nossos pecados pois “se alguém pecar temos um Advogado para com o Pai, fiel e Justo... (1ª João 2.1).

Confessar uns aos outros
 Algumas pessoas acham necessário confessar pecados a outras pessoas mas isto muitas vezes é necessário para gerar esta chave de felicidade. Quando ofendemos alguém, quando pecamos de alguma forma contra alguém Tiago 5.16 diz – “confessem seus pecados uns aos outros e orem uns pelos outros para serem curados. A oração de um justo é poderosa e eficaz”.  Jesus também disse: “...se o teu irmão pecar repreenda-o, se ele se arrepender (confessar), perdoe-lhe. 4 Se pecar contra você sete vezes ao dia, e sete vezes voltar a você e disser: “Estou arrependido, perdoe-lhe  - (Lucas 17.3-4)”. Uma das grandes ciladas utilizadas por satanás e exatamente manter mágoas guardadas no seu coração em relação a pessoas próximas a você. Este sentimento bloqueia a unção do Espírito Santo sobre a sua vida e gera a energia negativa capaz de sucumbir a sua vida espiritual. Uma vez que somos seres físicos e espirituais, o reflexo é imediato: A vida começa a andar para trás muito antes de você poder perceber.
       
Pare, medite, ore e reflita
O texto em Isaias 1.18-19 é tremendo! Ele diz: “Venham, vamos refletir juntos”, diz o Senhor. “Embora seus pecados sejam vermelhos como escarlate, eles se tornarão brancos como a neve; embora sejam rubros como púrpura como lã se tornarão”. Se vocês estiverem dispostos a obedecer, comerão os melhores frutos desta terra”. Há quanto tempo você não dá uma parada para meditar nos seus sentimentos. Muitas pessoas e talvez seja este o seu caso, entendem que um pecado cometido há muito tempo atrás é um pecado sem efeito na sua vida. Um erro grave. Pecados só são esquecidos quando confessados: A Deus se forem contra Deus, e a homens  se forem contra homens. Não adianta fazer o contrário. Se você desejou mal para alguém, é necessário falar com esta pessoa para quebrar as correntes espirituais capazes de gerar impedimentos na sua vida, e se foi contra Deus pela perdão a Ele para que, da mesma forma, as coisas se revertam. Se você estiver “disposto a obedecer”, os melhores frutos desta terra estarão à sua disposição. Não são carros, casas ou viagens, mas sim felicidade, amor, paz e depois disso sim, prosperidade santa em torno de uma vida equilibrada em Cristo Jesus.

pr. altamir de souza
Na Visão de Multidões!
Shalom Aleichem, Aleichem Shalom
A paz seja convosco, convosco esteja a paz


Todos os nossos textos são liberados para estudos, pregações em pequenos grupos ou igrejas. A publicação dos textos entretanto só deverá ser feita mediante a autorização por escrito do autor.